Estamos nos apegando uns aos outros?

Máscaras. Quando olho ao redor eu só vejo os olhos das pessoas e tento adivinhar se estão assustadas, contentes – raramente – triste… A verdade é que mesmo que tentemos falar através de máscaras e manter 6 passos de distância enquanto conversa com um amigo, nada substitui o contato humano, o ver do sorriso – um beijo na bochecha de um velho conhecido.

Estamos nos distanciando

Conversas em videos chats não podem substituir conversas reais e outro dia peguei minha amiga tristemente tentando fingir que via um show com as amigas, quando na verdade era um Live de um cantor sozinho na TV e as amigas conversando no Whatsap.

Tentando nos enganos fingindo que isso é normal – enquanto fatalistas nos informam para conformar com o novo normal: ficar em casa, conversar por mensagens, trabalhar na própria mesa da cozinha e sair como um ladrão, sem ser reconhecido nas ruas. Mal reconheci conhecidos quando os encontro.

Isso não é normal! Não é normal viver trancado em casa e só receber informações sobre um único assunto o dia inteiro na TV, não é normal um “sinta-se abraçado” em toda conversa, porque o pai longe não pode ir pessoalmente abraçar a filha.

O que estamos fazendo?

Não é normal uma mãe proibir uma filha adulta de ir até esquina encontrar alguém, ou ter pontos de encontros para conhecer pessoas novas – pessoalmente. Nossa vida social se restringiu a notificações de celular, sempre seguidas de um “logo vai passar”.

Uma tentativa de manter a esperança em meio a esse caos vazio das ruas, onde pessoas morrem e onde não podemos fazer nada – porque de fato o que estamos fazendo? Ficando em casa? Nos habituamos a hábitos preguiçosos ou tentando manter uma atividade física, sem sair da sala.

Um regime de saúde nos foi imposto, como se tivéssemos papéis importantes ou como se tivéssemos tido uma conversa importantes com ministros em que nos comprometemos a ficar em casa para o bem de todos.

A verdade é que as pessoas continuam morrendo e a única vantagem que podemos atribuir a nós mesmo é que não foi nossa culpa, mas de quem foi? Dos médicos que se esforçam a cada e a cada dia mais um fica doente? Das pessoas que não se precaveram e passaram o vírus adiante?

Até quando devemos esperar escolhendo a quem culpar por um isolamento forçado?

Não somos mais os donos da nossa saúde

Quarentena se tornou sinônimo de isolamento – isolamento é tornar alguém propositalmente sozinho, por motivos não especificados. Aqui nós temos uma justificativa! É pela nossa saúde! “Fique saudável. Proteja os outros. Fique em casa”.

Mas desde quando essa democracia que pouco se importava com o investimento da saúde, de repente se revela preocupada com o meu bem-estar? Acima de tudo isso essa preocupação de pai doentio que não me deixa abraçar meus parentes ou visitar amigos, mesmo que sigamos os protocolos de máscaras, álcool em gel e lavar as mãos.

Aliás, isto não é suficiente. Ainda devemos trancar os idosos em seus quartos, aqueles que só sorriam ao ver seus companheiros de idade, para não falar com eles, nem lhe transmitir nada.

O CoronaVírus tirou nossa liberdade de ir e vir?

Acredito que o ponto aqui não seja cuidado, mas controle. O estado está autoproclamando pai de todos, capaz de cuidar de seus filhos de maneiras que eles devem compreender. Sem se esquecer de ser ainda incompetente ao se tratar de saúde mental ou averiguar o quanto o isolamento de pessoas que moram sozinhas pode faz mal a elas.

Ou o quanto os idosos aos poucos perdem a alegria de viver, ao se verem como única maneira de entretenimento assistir aos noticiários mostrando mortes ao invés de vidas. Mostrando que os semelhantes a eles estão condenados e que para sua segurança deve ser acorrentado em casa a cadeira ou a cama, como um paciente não doente em um leito de hospital qualquer.

Sua casa se tornou um hospício do qual ele não consegue escapar, se tornou cada vez mais fraca nessa visão de mundo – excluído e isolado.

A saúde deveria ser um autocuidado – uma opção pessoal, assim como sempre foi. A maioria dos diagnosticados com Corona Virus apresenta sintomas leves, a não ser que já tenha problema prévios de saúde e temos no mundo todo 346 mil curados do Covid-19.

O tal “pai de todos” está fazendo um péssimo serviço ao cuidar de seus filhos, tentando impossibilitar seu transporte ao tirar ônibus intermunicipais, como se o povo fosse um bando de adolescentes escalando árvores para encontrar namorados e não trabalhadores essenciais que trabalham em outros municípios.

Voltamos a pedir ao “grande pai” permissão para sair de casa, antes de ser punido com confinamento.

Há o fato de haver um novo vírus que está se disseminando pelos países a fora, ainda se cura para a doença ou possível vacina visível – mas cuidados para epidemias são aconselhamentos do governo para haver uma real preocupação com a saúde da população e não um ditadura democrática, pronta para algemar quem for pego caminhando pela rua, que usa a mídia para alarmar e prejudicar o estado emocional daqueles incapacitados de sair de casa.

O que nos é possível, por enquanto, é escolher os cuidados básicos: sair o mínimo possível, evitar aglomerações e só ouvir noticias de fontes confiáveis, diferentemente do jornal da tarde, que ganhou um grande assunto para remexer e alcançar picos altos de audiência, as custas de idosos isolados a um local que um dia já chamaram de lar.

O isolamento é a solução para todos os problemas?

O post de hoje será um pouco diferente. Será uma mistura de reflexão com desabafo.

Assim como todos no país minha família foi influenciada pelas novas instruções forçadas do governo de estabelecer um isolamento forçado para todos, sem opção – só com exceção para farmácias, mercados ou hospitais.

Ou seja, os estabelecimentos essenciais para nos manter vivos – ou únicos que estamos autorizados a visitar, por causa de uma necessidade básico do ser humano. Porém a praça da esquina, a calçada da minha casa, a casa minha amiga se tornaram zonas sem lei, ou seja, onde não se deve ir.

E mesmo que você se considere saudável e autônomo o bastante para ir nestes lugares, você provavelmente não mora sozinha e precisa ter mente – mesmo que de forma forçada – os perigos que está colocando aos outros habitantes de sua residência.

Mas até que ponto esse isolamento, pode fazer bem? Uma das punições mais básicas e cruéis quando se quer punir um detento é colocá-lo em isolamento, muito saem piores do que entram e alguns chegam ao ponto da loucura.

Por que? Porque socialização é um direito humano básico – quem me dera que estivesse na constituição, mas não está. Meu grande ponto é que o isolamento pode fazer tal mal psicologicamente quanto um resfriado ainda não descoberto a cura.

Os idosos se tornaram os piores nessa situação – não só por estarem em risco – mas por viverem, em sua maioria sozinhos – seus únicos entretenimentos sociais eram visitar a igreja, a vizinhos também idosos ou a lojas na esquina da rua. Porém eles foram isolados de todos e até esta quarentena não opcional acabar, não saberemos quantos casos de depressão poderão se diagnosticados.

Quando se tem uma doença como a minha, algo que nos faz bem é o diálogo, o apoio, o toque humano – porém fomos privados de tudo isso, tornando-se um agravante para a doença, que se alastra da solidão humana, instalando pensamentos negativos em meio a uma pandemia.

Os jornais talvez queiram nos manter alertados por pura preocupação – o que eu duvido -, mas para lucrar expondo o assunto mais comentado do momento, ou seja, não há o mínimo de consideração pelo telespectador aflito, com medo de sair nas ruas, apenas um desejo lucro em cima do desespero da população.

Por falar em sair nas ruas, vários estabelecimentos onde acontecia aglomeração de pessoas foram fechados, agora as pessoas se aglomeram em casa, umas com as outras – tolerando os defeitos que tentamos ignorar no delongo dos dias mais livres.

Vivo me perguntando “quando isto vai acabar”, o quanto teremos que fingir que podemos nos divertir perfeitamente bem e nos entreter em uma sala pequena diante uma televisão. O quanto teremos que fingir que o governo tirou nosso direito de cuidar de nossa própria saúde e até quando vai durar que nossas casas se tornem prisões, enquanto choro e tento ter esperanças de dias melhores, quando a doença não for um problema e eu poderia focar em esperanças de uma vida normal, com preocupações normais.

Não estamos vivendo dias normais e não há nada de normal e saudável em se isolar em casa, em não ver o vizinho, pois pode habitar nele um assassino cruel, que mata velhinhos, principalmente em países que não souberam lidar com essa crise.

Preciso viver e respirar! Preciso conversar e partilhar! As pessoas tentam normalizar, sobre o que farão nos dias de quarentena, como se fossem férias e estivessem ganhado na loteria, sem saber que seu direito de ir e vir foi brutalmente retirado.

Enquanto isso nos recorremos a internet, como se fosse a solução de tudo – como se a Netflix tivesse, de repente, virado um salvador para almas.

Como depressiva não consigo aprender – há algo em meu cérebro que dificulta o aprendizado, eu leio e nada se fixa. Em outras palavras nada de curso até estar totalmente recuperada – mas quanto tempo isso levará? Sem amigos, com família demais, sem luz do sol – com uma chuva que parece chorar por todos nós.

Meu ponto é: este isolamento me impede de ir ao médico, de conseguir minhas receitas, de fazer atividades que podiam me fazer bem. Então não vou fingir por um segundo que estou feliz assim, nem abençoar o governo por me aprisionar na minha própria casa, aliás, casa da minha família.

Por mais que as intenções não fossem com a saúde individual de cada indivíduo, mas com a massa de trabalhadores doentes que poderiam perder, eles fizeram o que fizeram por acreditar que assim seus “tão amados cidadãos” estivessem a salvo.

Bom, não me sinto a salvo, me sinto presa e não confio em sua boas intenções, tampouco tenho notícias promissores sobre por quanto tempo este isolamento vai permanecer.

A verdade? Não queremos saber quantos morrem na Itália ou quantos foram contaminados, já entendemos que é nosso dever nos desesperar – o que queremos saber é quando poderemos ter nossas vidas de volta.

Já sentiu o cheiro da aromaterapia?

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Introduzir algo do qual todo mundo já ouvir falar é meio complicado, mas eu aceito este desafio! Muitas pessoas nem sabem como escrever Aromaterapia corretamente, muito menos a origem ou os embasamentos dessa arte ancestral, criada para desenvolver o bem-estar.

Então, vamos lá!

O que é a Aromaterapia?

“Aroma” significa agradável e “Terapia” vem da palavra tratamento. É uma terapia que utiliza substâncias naturais, como óleos essenciais de plantas para melhorar a saúde do paciente – evitando dores, ansiedade ou aliviar sintomas de outras doenças.

A aplicação é através de:

  • Massagens.
  • Banhos.
  • Inalações.
  • Vaporização.
  • Sprays.
  • Evaporação.
  • Aromatizador

Engane-se quem pensa que a Aromaterapia entre na mesma discussão homeopatia, pois é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde como tratamento efetivo e podendo até curar certas doenças!

Como se originou a Aromaterapia?

A literatura da Índia e registros médicos chineses relatam a utilização de óleos aromáticos usados na saúde e em cultos religiosos. Já no Oriente destilarias primitivas eram utilizadas há mais de 5000 anos!

Hipócrates utilizava fumigações aromática para abdicar pragas em Atenas, e soldados romanos para recuperar sua força através de banhos e massagens. Porém os verdadeiros mestres residiam no Egito, para onde pessoas de todo o mundo iam para aprender a arte.

A aromaterapia foi trazida para o Ocidente durante as Cruzadas, pois há registros da utilização de óleos essenciais para combater a praga do século XIV. Mas ela só se difundiu entre XVI e XVII. Seu potencial foi mais estudado no século XIX onde pesquisas descobriram mais profundamente seus potenciais de cura e composição química.

Quando se utilizar da Aromaterapia?

Como dito anteriormente, a aromaterapia tem tanta validade como qualquer outro método medicinal e pode ser indicada em casos em que tratamentos mais tradicionais não surtem o efeitos desejado, para complementar ou para pessoas que preferem formas mais naturais de cura.

Os óleos essenciais concentrados não devem ser utilizado diretamente em contato com a pele, por isso se utiliza de um difusor. 

Óleos essenciais e seus propósitos:

  • Alecrim: Cansaço, enxaqueca, dores musculares, etc.
  • Lavanda: Estresse, resfriado, insônia, etc.
  • Canela: Tonturas, irritabilidade, cólicas menstruais, etc.
  • Jasmim: Diminuição da líbido, problemas respiratórios, depressão, etc.
  • Bergamota: Ansiedade, Infecções na pele, má digestão, etc.
  • Camomila: Inflamação do sistema urinário, estresse, tensão muscular, etc.
  • Eucalipto: Febre, problemas respiratórios, enxaqueca, etc.
  • Limão: falta de concentração, falta de energia, sistema imune enfraquecido, etc.
  • Sândalo: Dor no peito, estresse, diminuição da libído, etc.
  • Ilangue-ilangue: Ansiedade, náuseas, pressão alta, etc.

É seguro utilizar a Aromaterapia?

Com certeza! Médicos podem recomendar tratamentos para pessoas de todas as idades, sendo inclusive indicada e pode ser reconfortante para mulheres grávidas!

Então, que tal bater uma curiosidade e ir sentir o cheiro da Aromaterapia?

Talvez você tenha ilusão de foco

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O foco é importante. Ter uma meta, algo mais alcançável que um sonho. “Aqueles que não sonham se contentam com qualquer coisa”, já dizia Fabio Lima.

Se “(…) somos feitos do tecido de que são feitos os sonhos.” então nossos sonhos nos revelam quem realmente somos, não somente quem nos tornaremos. Mas para alcançá-los passos precisam ser dados. Segundo Ikigai, devemos começar pequeno e logo nossos passos ultrapassaram nossas pernas.

Mas e se chegarmos lá e for diferente? E se não houver peixes nem navios no mar profundo onde mergulharmos com esforço? Nem sempre é uma decepção, talvez dependa de uma questão de foco.

O que é ilusão de foco?

É quando nos enganamos acreditando que o futuro planejado é mais grandioso do que parece ou trará benefícios maiores do que de fato irá.

A ilusão de foco nem sempre pode ser comparada a sonhos, há a ilusão de que pessoa ricas são mais felizes que as pobres e são mesmo! Mas apenas um terço maior. Aliás uma pesquisa feita pela Dinamarca descobriu que embora os classe de média alta tenham menos preocupação, uma quantia elevada de dinheiro na compra não muda significativamente a felicidade da pessoa.

Há quem sonhe em descobrir uma nova civilização em marte ou espécies desconhecidas e raras em algum lugar ao leste da Florida – parecem exageros, mas sonhos ultrapassam nossa realidade o tempo todo. E temos inúmeros exemplos de quem alcançou o inalcançável, de quem andou na lua ou se curou de um câncer sem quimioterapia, como Louise L. Hay

Mas talvez a miopia esteja mais presente em mentes saudáveis do que aparenta. Como conclusão chegamos a uma decepção, ao chegarmos na lua e a vista não ser tão bonita – uma metáfora, porém uma mentira e tanto.

Por que a ilusão de foco é perigosa?

Há uma epidemia de ilusão de foco, onde as pessoas em geral tendem a se decepcionar mais facilmente. Normalmente tal ilusão é construída por dias e dias de fantasia e engano – uma bolha informacional limitada que só acrescenta aquilo que o indivíduo quer ouvir.

Ou seja, a realidade está ao lado, mas nos fechamos para ela. A decepção ocasionada pode levar a doenças como depressão – ao exemplo da cantora Paula Fernandes, que não havia previsto as dificuldades da vida como artista e sofreu com a doença.

Muitas vezes as metas que idealizamos não trará o “bônus” em que temos foco, nossa visão fica distorcida. Principalmente quando escolhemos ver o que queremos – o filtro de bolha está aqui para aumentar nossa ilusão de foco.

Como superar a Ilusão de Foco?

É preciso ter uma percepção geral do que se almeja ou do que se contempla – para isso é fundamental pesquisar mais sobre os objetos a serem alcançar e estabelecer metas realistas, em mais contato com a realidade.
Quanto a expectativas gerais, é sempre bom pesquisar ao redor do que o filtro nos mostra – tente fazer pesquisas anonimamente, questionar opiniões contrárias às suas e aceitar que muito do que vemos ao redor, ou no espelho, pode ser só um foco que precisa ser ajustado.

Como superar o luto

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O luto. Todos já passamos por ele. Mesmo que não tenhamos morte de próximos, temos abandonos, perdas, fins de relacionamentos, demissões… Tudo isso gera um processo chamado de luto. Vamos aos poucos.

Como superar o luto?

O que é o luto?

Luto é um conjunto de sintomas e emoções ocasionadas após a perda de algo significativo na vida da pessoa. Na verdade, existem cinco fases para o luto, tendo uma ordem comum, porém sendo ocasionalmente intercalada.

É muito comum atribuir o luto a cor preta e alguns países ainda se usa roupas desta cor em enterros e alguns dias após a morte de alguém falecido, em sinal de respeito. Em épocas mais antigas, as viúvas costumavam usar o preto até o dia de sua morte, mostrando devoção eterna ao marido.

Quais são cinco fases do luto?

São estas:

  1. Negação.

Negação da perda ou do problema, a mente ainda não tem condições de se adaptar a nova realidade e tenta manter a antiga.

  1. Raiva.

Revolta com o mundo pela perda que se teve, sente-se injustiçado – a raiva pode ser direcionada a uma situação, objeto ou pessoa.

  1. Barganha.

Tentativa de negociação consigo mesmo, com Deus ou com o universo seja para manter o que foi perdido ou tentativas de conseguir soluções práticas para a perda.

  1. Depressão.

Profunda tristeza e desesperança, as vezes intercalada com a barganha. A pessoa normalmente se isola e se sente impotente.

  1. Aceitação.

Estágio final onde onde se aceita a realidade sem desesperado, estando pronta para encarar a perda.

É importante ressaltar que o tempo varia de pessoa para pessoa, pode durar uma semanas ou algumas horas.

Outros sintomas são:

  • Ansiedade
  • Choro persistente
  • Estresse
  • Sintomas de depressão
  • Mudanças no apetite
  • Raiva
  • Insônia
  • Desânimo intenso e prolongado.

Informações tiradas do site Minha Vida

Como superar o luto?

Assim a intensidade dos sentimentos, não é fácil, porém não é impossível. É necessário passar por esse período, ignorá-lo pode trazer doenças emocionais ou mais dores futuras. Em alguns casos há um certo tempo entre as fases, onde a aceitação pode ocorrer meses após a depressão.

É muito bom expressar seus sentimentos seja sozinho ou compartilhando, é válido interromper a rotina logo após a perda, porém não é aconselhável que isso se perdure por muito tempo. Eventos cotidianos ajudam a distrair da dor, a superá-la de maneira mais natural de modo que ela diminua de intensidade.

“Com o tempo e também com olhar adequado para cada caso, as angústias vão sendo compreendidas e trabalhadas e assim encontrando lugar na vida daquela pessoa, que poderá voltar a construir, sonhar e desejar um futuro para si.” (VIDIGAL, Raquel Baldo).

Há a chamada Terapia do Luto, que tem obtido resultados bons a respeito a superação.

  1. Entorpecimento.

Aceitar a realidade da perda.

  1. Busca e saudade

Tentar entender a dor olhando para o passado

  1. Desorganização e desespero

Quando finalmente se percebe que o objeto, o ente ou a relação não estarão mais presente no futuro

  1. Reorganização e aceitação.

Adaptação a nova realidade através de pequenos gestos e mudanças.

O luto é necessário?

Sim, o luto é uma adaptação da mente perante uma perda insubstituível. É necessário ser vivida que o indivíduo possa se adaptar totalmente a nova realidade. Porém apoio emocional é imprescindível neste momento, para ajudar a passagem da forma mais tranquila possível.

Caso os sintomas permaneçam por muito tempo é aconselhável procurar ajuda médica de um psicólogo, embora seja improvável que medicamentos sejam necessários.

Um salto na fé! Você já deu o seu?

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Quem nunca encarou uma situação difícil? Uma grande duna de areia que parece infinita, longa demais para se percorrer?

Ou viu um abismo com a vista mais linda, mas sem passagem por terra. Pensando logicamente, faria sentido saltar para poder tocar a vista? Não. Mas se eu te dissesse que às vezes o vento pode te ajudar a chegar em segurança?

O que é um Salto na Fé?

O salto na fé foi apelidado assim pelo filósofo Kierkegaard, que acreditava que o salto seria uma metáfora para a morte. Onde se deixava o plano físico, para saltar para o espiritual.

É claro, não havia garantias de que isso realmente aconteceria, por isso seria um “salto na fé”, acreditar no não tátil. Mas com o tempo a metáfora adquiriu o significado de se arriscar sem segurança, sem garantias.

Pode ser comparada a saltar de um precipício mesmo com todos lhe dizendo que nada poderá garantir a sua chegada em segurança ou subir uma escada no escuro, sem saber se haverá um outro degrau para lhe segurar o pé.

Aplicado ao mundo física, significa:

  • Sair de um emprego seguro, para tentar ser freelancer.
  • Arriscar um relacionamento com alguém completamente diferente de você.
  • Se mudar para um país novo, sem conhecer ninguém.

As pessoas fixas em portos seguros querem sempre ter certeza antes de continuar a caminhar em círculos. Para estas não existe a palavra “arriscar”, estão suficientemente felizes em sua base firme e visível.

Mas e se você não se contenta com uma felicidade mínima? E se algo te diz que vai dar certo? Mesmo quando todo o resto diz que não?

É somente quando você salta que o vento surge para te levar ao chão, é quando se sente o degrau sob o pé que a escada não está mais escura – mas ela não ela não iluminaria sem o seu passo anterior.

Vale a pena dar um Salto na Fé?

Depende. Vale a pena viver? Porque viver é arriscado. Até se tornar adulto, teoricamente, seus pais cuidam para que tudo que necessite seja providenciado a você, mas então se é jogado a rua, para “se virar” entre o já grandes.

Mas não se engane! Eles já foram pequenos! Os maiores só chegaram lá quando se arriscaram, há o nome “pioneiros”, por inventarem o que não existia – era escuro até se criar a luz, ou a lâmpada.

  • Bill Gates desistiu da faculdade para criar o computador portátil e agora é o dono da multinacional mais bem-sucedida do mundo, além de ser o homem rico do mundo – não que sucesso possa se basear em dinheiro.
  • Larry Page arriscou a criar um sistema de localização na internet a princípio chamado de BackRub, atualmente conhecido como Google.
  • Chet Simmons deixou um cargo confortável na NBC Sports para tentar criar o seu próprio canal, hoje conhecido como a ESPN, uma das maiores marcas televisivas – ele também criou o SportsCenter.

Quero saltar! Minha fé será meu apoio!

Errar, ser demitido, adversidades dominam a vida – o salto na fé não é um leve trajeto, é uma mudança brusca.

Por isso o otimismo ou a lei do pensamento positivo – como quiser chamar – é fundamental para um sucesso. Não se ganha por acaso, sem querer ou sem vontade. Até para se relacionar com qualquer, é necessário motivação de um futuro bom.

Até lá “(…) o acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído.” (Titãs)